Ele tinha um salário de US$ 100 mil e resolveu ganhar “equivalente ao mínimo”

Avatar

Por Da Redação

4 de agosto de 2015 às 10:18 - Atualizado há 5 anos

Logo ReStartSe

GRATUITO, 100% ONLINE E AO VIVO

Inscreva-se para o Maior Programa de Capacitação GRATUITO para empresários, gestores, empreendedores e profissionais que desejam reduzir os impactos da Crise em 2020

SÃO PAULO – Ele tinha uma vida materialmente confortável. Como engenheiro robôtico de uma montadora de automóveis, Michael Tunney ganhava um salário de US$ 140 mil por ano – mas largou tudo para poder montar sua empresa – e hoje ganha o equivalente ao salário mínimo americano por hora trabalhada. 

O pagamento de Tunney ainda é bom – ele ganha US$ 40 mil por ano, cerca de US$ 3.500 por mês. E sua vida melhorou consideravelmente, afirmou ao site americano Business Insider. “Eu ganhava muito dinheiro, mas me toquei que gastava muito em coisas que não melhoravam a qualidade da minha vida”, afirma o hoje dono de uma startup de chaves inteligentes. 

“Em um momento eu estava atrasado para um compromisso, pois estava limpando um porta papel higiênico de aço inoxidável. E pensei ‘que perda de tempo. Eu não estou socializando por estar limpando um porta papel higiênico chique'”, fala. Foi aí que ele decidiu mudar de vida: saiu do apartamento, levou apenas duas malas com roupas.   

E passou um ano viajando pela América do Norte, dormindo em sofás e albergues. Levantou US$ 330 mil para montar sua empresa: a KeySmart, de chaves inteligentes. Nos primeiros seis meses, não ganhou nenhum dinheiro – gastou suas economias – mas viu sua qualidade de vida “disparar”. 

Hoje, recebe US$ 40 mil, mas precisa trabalhar de 80 a 90 horas por semana – o que leva seu pagamento por hora para o equivalente ao salário minímo. Mas ele aprendeu a viver com pouco: ainda vive só com suas duas malas. “Eu amo empreender e trabalhar. Para que reverter meus hábitos se eu tive o melhor ano da minha vida vivendo com a menor quantia de dinheiro que eu já tive?”, termina.