“É natural que as startups brasileiras liderem o agronegócio mundial”

Da Redação

Por Da Redação

19 de setembro de 2017 às 19:02 - Atualizado há 3 anos

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A economia brasileira tem uma vocação natural para o agronegócio – muita terra fértil, boas condições climáticas. Por conta disso, o campo brasileiro tem carregado o PIB (Produto Interno Bruto) nas costas.

E, ao contrário do resto da economia do Brasil, este é um setor que nunca teve perspectivas negativas. “O agronegócio brasileiro tem tudo para continuar sua rota de crescimento. Temos uma vocação natural nesse setor e isso não deve mudar tão cedo”, afirma Pedro Waengertner, CEO da ACE, uma das melhores aceleradoras da América Latina e que tem um projeto no segmento em conjunto com a Basf.

Por conta dessa natural tendência, as startups nacionais no segmento deverão ser algumas das melhores do mundo.”Acredito muito que veremos cada vez mais startups dedicadas aos problemas do agronegócio nascendo no Brasil e é natural que sejam essas as startups que liderem o setor em todo o mundo”, destaca o empreendedor. Temos essa mesma visão que Pedro, e, por isso, estamos promovendo o Agrotech Conference – o maior evento do Brasil sobre tecnologias aplicadas para o campo.

Imagine o tamanho do mercado brasileiro para este tipo de startup? “Se o agronegócio brasileiro é gigante, imagine o tamanho das oportunidades existente para quem encontrar soluções concretas para os problemas desse setor”, responde Pedro.

Os benefícios das startups entrarem no segmento do agronegócio são óbvios. “A tecnologia tem o poder de acelerar a inovação e trazer mais eficiência para os mais diversos setores. Com o agro não é diferente disso. Esta evolução vai desde um manejo melhor das culturas até questões muito mais amplas e complexas, envolvendo pesquisas de caráter científico profundo”, afirma.

Faz parte da missão do empreendedorismo e da inovação: transformar todos os segmentos da economia e fortalecer. “As startups certamente vão desempenhar um papel fundamental nesse processo. Nós sabemos o quanto as startups inovam de uma forma mais ágil e eficaz e não tem porque acreditar que com agro seria diferente”, completa.

Contudo, é importante lembrar que existem diferenças significativas e . “Agora, temos que levar em consideração que esse é um setor diferente de muitos outros que já foram bastante revolucionados pelas startups. Os ciclos de venda são bastante longos e mesmo os processos de validação dependem de questões como a safra, que formam um desafio adicional ao setor”, lembra.

Mas é claro que os bons empreendedores vão tirar isso de letra. “De qualquer forma, as startups são inovadoras por princípio e têm aprendido cada dia mais a lidar com isso”, completa o head da ACE.

E para tal vão ter ajuda de grandes agentes do ecossistema, como grandes empresas e outros fomentadores. “As grandes empresas conhecem esse mercado em detalhes. Elas podem ajudar em muitos aspectos – desde mentoria e acesso ao mercado até o desenvolvimento de soluções conjuntas. Acredito muito que surgirão grandes ideias e avanços desse tipo de parceria”, termina.

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