De grande empresa para startup: arrisquei tudo e fiz a escolha certa

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Por Beatriz Prata

30 de julho de 2018 às 16:54 - Atualizado há 2 anos

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Desde que ingressei no mercado de trabalho, estive em uma empresa grande. Na época, era muito menor do que é hoje, mas já era uma consolidada no mercado e líder no segmento.

Quando comecei, era uma mera estagiária. Sem experiência, sem conhecimento de mercado financeiro. Eu precisava de um lugar que pudesse me ensinar e ela foi uma escola, onde passei por diversas áreas da corretora, aprendendo sobre todo o processo. Foi muito importante para meu crescimento pessoal e profissional, mas depois de quase três anos lá, comecei a sentir que não estava no lugar certo.

Uma empresa com a estrutura dela envolve muita burocracia e pouca autonomia. Eu via muita oportunidade de melhoria nos processos, no site, na experiência do cliente, mas quando algo era sugerido ouvia: “Ah, isso vai ser complicado, porque depende de muitas áreas para ser aprovado”. Os processos começaram a ficar cada vez mais engessados e nossa voz menos significativa.

Outro aspecto que começou a me desmotivar foi a oportunidade de crescimento dentro da empresa. Ela sempre vendeu o sonho de se tornar sócio, de crescimento rápido, de criar uma carreira lá dentro. Mas esse sonho acabou se tornando uma utopia. Em uma empresa com mais de 1000 funcionários é muito mais difícil se destacar e o modelo de sociedade para de fazer sentido.

Na minha área, eu via pouquíssimas perspectivas. Entre mais de 40 pessoas, tínhamos um único sócio, que era o gestor geral. Não só: mesmo para crescer, o processo era muito burocrático. Só era possível promover alguém com aprovação de várias outras áreas, portanto em alguns momentos eu via oportunidade de crescimento, mas a empresa não me deixava.

No momento em que vi que a cultura não estava muito alinhada com meu perfil, o Lucas Paulino, sócio da Mais Retorno, entrou em contato querendo me apresentar uma oportunidade. Na época, a empresa estava rodando há cerca de 6 meses, com poucos funcionários, mas muita oportunidade.

Vi aqui a possibilidade de crescer junto com a empresa, de comprar o sonho dos fundadores e fazer parte dele. Claro que foi um risco, pois entrei como sócia, sem salário, sem benefícios de ser um CLT, ou seja, sem segurança financeira. Ouvi de algumas pessoas que era loucura, mas essa loucura me faria muito mais feliz do que a “segurança” de uma empresa grande.

Hoje, 4 meses depois de ter entrado para a equipe, vejo como fiz a escolha certa. Já atingimos mais de R$ 140 milhões sob custódia da empresa (quando entrei tínhamos pouco mais R$ 40 milhões) e a equipe dobrou de tamanho. Nossa empresa já é referência em plataforma de fundos de investimentos, nossos clientes estão muito satisfeitos (nossa nota de satisfação dos clientes é melhor até do que a Apple) e o melhor de tudo: eu estou satisfeita.

Minhas opiniões são ouvidas e executadas e eu sinto que faço diferença. Além do crescimento profissional e financeiro, eu tenho total autonomia e liberdade aqui dentro. Hoje, vejo o quanto minha qualidade de vida melhorou e tenho certeza que vou atingir meus objetivos pessoais junto com os objetivos da empresa.

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