As 4 coisas que todos os CEOs mais odeiam

A palavra “ódio” é algo que transmite bem o sentimento grandes líderes em relação a esses quatro pontos

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Por Júnior Borneli

1 de junho de 2015 às 14:26 - Atualizado há 5 anos

Mesmo que você seja chefe de uma startup iniciante, é preciso ter uma personalidade forte para ser um líder de negócio ou CEO. E ter uma personalidade forte pode trazer coisas boas e ruins.

Há várias coisas que os líderes de grandes empresas em todo o mundo não gostam. Dá para dizer, na verdade, que há coisas que eles simplesmente odeiam. Nesse texto, adaptado do artigo de Tor Constantino para o site Entrepreneur, você vê quais são os quatro principais pontos:

Falta de controle

Tudo o que não pode ser controlado pelo CEO da empresa o deixa muito irritado. Sejam os concorrentes, as agências reguladoras, os sindicatos ou qualquer coisa que tenha impacto sobre o seu trabalho – e seus resultados – e que esteja fora do seu alcance.

Os altos executivos estão acostumados a controlar quase tudo nos seus ambientes de trabalho e ditam as regras sobre qualquer atividade dentro das empresas. São eles que, normalmente, definem a visão, objetivos e metas para a organização.

Se você trabalha muito perto de um alto executivo, é importante para entender suas decisões. O CEO precisa de assessores capacitados e informações rápidas e precisas, para que possa tomar as melhores decisões.

Surpresas

Esse problema está muito relacionado às expectativas. Acontece quando o CEO tenta antecipar um resultado e o que acontece é totalmente o contrário. Ou então o executivo é pego de surpresa por algo que pode impactar suas ações ou prejudicar seus resultados.

Aqueles que estão próximas ao CEO podem ajudá-lo a gerenciar melhor as expectativas oferecendo atualizações rápidas, constantes e precisas sobre o status de cada projeto, relatórios de progresso e até as “más notícias”.

Além disso, ninguém pode prever ou identificar todas as ameaças, mas é função de quem está imediatamente na linha debaixo do CEO ter uma visão horizontal da competitividade do mercado, impactos legais ou regulamentares que possam trazer problemas.

Decepções.

Esse é autoexplicativo. O CEO enxerga as decepções vindas dos seus subordinados diretos como uma traição a si mesmo e à organização.

Pode até haver altos executivos que fazem vista grossa ou aceitam correções de conduta, mas é difícil acreditar que um subordinado direto do CEO mantenha seu emprego depois de um equívoco deliberado vir à tona.

Oferecer uma segunda chance é prática comum entre os CEOs, desde que a situação não seja classificada como fraudulenta ou de má fé.

Desculpas.

Quando as coisas vão mal, a última coisa que o CEO quer é pessoas jogando a culpa umas nas outras. O líder quer respostas ou soluções imediatas para resolver a situação e impedir que aconteça novamente.

Assumir a responsabilidade pelo erro pode ser uma atituto de positiva frente ao CEO da empresa. Os principais executivos usam essas situações como oportunidades de desenvolvimento para executivos de cargos inferiores.

Esta pequena lista não é uma pesquisa ou algo assim, mas é baseado em observações do mundo real, de pessoas reais no papel de CEO. Mas a palavra “ódio” é algo que transmite bem o sentimento dos grandes líderes empresariais em relação a esses quatro pontos.

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