Aluno de Harvard não consegue emprego e abre startup de US$ 600 milhões

Da Redação

Por Da Redação

8 de setembro de 2015 às 13:08 - Atualizado há 5 anos

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SÃO PAULO – O que você faria se estivesse procurando emprego mas não conseguisse nenhum? Talvez trabalhar por conta própria ou tentar abrir o seu próprio negócio – o velho “empreendedorismo por necessidade”. 

Mas e se sua “necessidade” se transformasse em uma empresa avaliada em US$ 600 milhões? Foi o que aconteceu com Daniel Saks, pós-graduado em Harvard e empreendedor por necessidade, mostra o Business Insider. Ele só queria um emprego em Wall Street – fez entrevistas no Goldman Sachs e no Morgan Stanley -, mas por ter se formado em 2009 (o auge da crise financeira), não teve nenhuma oportunidade no mercado financeiro. 

E pior: na época, o negócio centenário de sua família (você não achava que ele estudou em Harvard sem ter dinheiro, né?) estava em apuros – próximo da falência. Foi quando Saks resolveu visitar um amigo, Nicolas Desmarais, que na época era consultor.

Desmarais estava prestando consultoria para grandes empresas de tecnologia e percebeu uma tendência no setor que poderia ser uma boa oportunidade para os dois: computação em nuvem. Saks passou cinco meses pensando em um plano de negócios até chegar em uma boa ideia e persuadiu Desmarais a largar o emprego bem pago para fundar a AppDirect (o que deixou a mãe de Desmarais bastante chateada). 

A empresa monta marketplaces para muitas companhias na nuvem, construindo plataformas de aplicativos para clientes – como se fosse um iTunes ou Google Play. Um dos clientes é a Samsung, que montou sua plataforma Knox com tecnologia da AppDirect – facilitando a distribuição de aplicativos otimizados para os aparelhos da coreana e a monitoração total de estatísticas relacionadas a esses aplicativos.  

A ideia pode parecer simples, mas é bastante custoso montar esse tipo de plataforma – o que impulsionou o crescimento da AppDirect, que já tem escritórios em São Francisco, Munique, Londres e Montréal. Até a mãe de Desmarais foi convencida do potencial da empresa (mas só depois de fecharem com uma das maiores empresas do Canadá).