Adventurous Thinking: o upgrade do Design Thinking que ensina a ser criativo

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Por Isabella Câmara

5 de Maio de 2018 às 18:39 - Atualizado há 3 anos

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O mundo atual é um lugar em constante mudança. Pensando em acompanhar essa tendência, Sally Domínguez desenvolveu uma nova estratégia de inovação, chamada Adventurous Thinking. Combinado com as mais recentes pesquisas sobre aminhos neurais, essa nova estratégia desenvolve técnicas que permitem que um indivíduo se torne mais criativo, curioso e inovador.

“Todo mundo que tinha um plano de 5 anos está tendo dificuldade. Isso porque chega no meio desse período e as pessoas já precisam mudar novamente”, disse Sally Domínguez em sua palestra no Silicon Valley Conference. “Nesse cenário, quem consegue olhar para o futuro de forma aventureira, cria oportunidades incríveis”.

Mas para criar essas oportunidades, segundo Sally, é necessário fazer conexões inesperadas. “Nós não temos que saber tudo, basta termos uma mente criativa para querer aprender. Hoje, quando queremos buscar algo que não sabemos recorremos aos sites de buscas, porém, eles mostram apenas as respostas que batem com o nosso perfil online. Ou seja, esses mecanismos não promovem conexões inesperadas”.

Segundo Sally, é essencial sair de sua zona de conforto para pensar diferente e inovar. “Quando pensamos diferente, encontramos novas rotas neurais para fazer nosso cérebro crescer e inovar em suas ações”, diz. Pensando em criar essas novas rotas neurais, a especialista desenvolveu cinco lentes do Adventurous Thinking: Negative Spaces, Backwards, Thinking Sideways, ReThinking e Parkour. Para Sally, essas lentes possibilita a criação de abordagens com diferentes pontos de vista a cerca de um problema.

As lentes do Adventurous Thinking

De acordo com Sally, toda a empresa deveria reavaliar seu capital humano e explorar os seus valores mais íntimos – com a ReThinking, a pessoa se tornaria mais criativa e conseguiria pivotar seu negócio, caso necessário.

“Ter um pensamento empático e entender sua equipe é a base da lente Sideways. Isso ajuda muito na hora de inovar e tomar decisões”, conta. Além dessa lente, a Negative Spaces também ajuda na hora de tomar uma decisão – isso porque ela busca ter um olhar contextual sobre o papel de determinada ação em seu ambiente.

Quando começamos um negócio, segundo Sally, planejamos tudo – menos o ciclo de vida do projeto. “Esse olhar é necessário para garantir que a gente termine isso de forma mais positiva possível. E é isso que a Backwards faz com quem opta por essa abordagem”, diz. O mais interessante é que para usar todas essas lentes, principalmente a Parkour, não é preciso ter um problema. Apenas é necessário “ser proativo”, segundo Sally.

Para Sally, também é essencial que a pessoa acredite em si mesmo. “É fundamental que você se acha criativo e que você acredite que tem a capacidade de fazer essas conexões inesperadas. Você precisa dar oportunidade para o seu cérebro ir a caminhos diferentes”, finaliza.