Aceite a verdade, lugar de mulher é assumindo riscos e empreendendo

Da Redação

Por Da Redação

6 de junho de 2017 às 13:49 - Atualizado há 3 anos

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*Por Julia Canalini, CEO e CSO do Zimp

Desde cedo tive vontade de construir coisas grandes, de empreender. Mas durante muito tempo essa atitude parecia insolência. Afinal, na visão dos homens, mais velhos, eu era apenas uma menina. Eu tinha que ficar calada, ser discreta, saber qual era o “meu lugar”. Já não bastava ser uma jovem mulher em posição de liderança, para quer ter opinião? Minha rotina era entremeada de olhares julgadores, repreendendo-me cada vez que eu me posicionava.

“Meu lugar” é onde eu quiser. No meu caso, assumindo riscos, empreendendo, construindo novos negócios. Por que só os homens podem ser inovadores? Por quê só eles podem desafiar o status quo e promover disrupção? Quer disrupção maior na sociedade que ver inovações lideradas por mulheres? É muito importante vermos mulheres empreendendo, liderando startups, dando mentorias. É nisso que eu acredito.

Eu acredito que isso tem tudo a ver com feminismo, com as bandeiras de igualdade de gênero. Feminismo é acreditar que a mulher é capaz de fazer tudo o que um homem faz, que não há diferença de capacidade ou de potencial. Um homem pode cuidar da família, e uma mulher pode ser CEO e fundadora de grandes negócios. A mulher, assim como o homem, pode e deve desafiar os papéis que a sociedade lhe impõe.

O cenário mudou quando comecei a trabalhar com empreendedores da mesma geração que eu. Eles cresceram com outros valores, e por isso aceitam melhor uma liderança feminina, ainda que permaneçam alguns comportamentos machistas. Hoje eu tenho uma relação de igual para igual com meus sócios, todos homens.

Desde que começamos a construir o Zimp, estabelecemos entre nós uma verdadeira relação de parceria. Sou tratada como Julia, a pessoa, em minhas qualidades e defeitos, e não mais como Julia, a menina. E meus colegas, por sua vez, são tratados igualmente como pessoas. Por isso mantemos uma equipe que funciona, onde cada um se coloca integralmente como é, sem precisar se esconder atrás de uma máscara.

Em minha trajetória, não aceitei a posição que tentaram me impor, de ficar de lado, ser discreta, deixar os homens na sala falarem. Decidi insistir que eu não precisava esperar me tornar “adulta” para ter alguma opinião. Podia sim ser mulher, jovem, e liderar projetos inovadores. E consegui.

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