Conheça a jornada pela qual passa uma startup durante seu desenvolvimento

Ideação, validação, crescimento e escala. Conheça as etapas de desenvolvimento de uma startup

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Quando se discute a “A Jornada de uma Startup”, se discute os 4 pilares que sustentarão a criação e desenvolvimento de sua startup. Ideação, validação, crescimento e escala. Cada um com suas particularidades e seu devido momento, que iremos aprofundar aqui para aqueles que não fazem a menor ideia de qual seja a estruturação de uma empresa com potencial de crescimento repetido e escalado.

Você pode conferir aqui passo a passo de como começar sua startup de forma acelerada e transformá-la em uma verdadeira máquina de vendas. 

O primeiro deles, a ideação, é o momento onde estão as hipóteses, onde não existe um produto definido, há ainda envolvimento de seus participantes com projetos paralelos, a equipe está sendo criada e o trabalho de personas começa a ser desenvolvido. São as primeiras vigas de sua estrutura. Aqui você especifica a idade do seu cliente, preferências pessoais e profissionais, o que faz durante o dia e nos finais de semana, se trabalha ou não, como gasta seu tempo e quais são os objetivos e expectativas dele com a solução oferecida. Isso tudo ajuda no ajuste e aperfeiçoamento da solução, ao descobrir novas funcionalidades ou descartar aquelas que haviam sido planejadas, mas que não foram muito bem recebidas pelos seus usuários.

Essa parte do processo costuma ser caracterizada pelas coisas andarem mais devagar. Ter que conciliar o desenvolvimento de uma startup com atividades paralelas certamente pode causar muito estresse, mas esse é também o momento de se ter mais perseverança, porque tratam-se dos primeiros testes de sua dedicação e esforço enquanto empreendedor.

O segundo pilar é o da validação, momento em que as definições do seu negócio são melhores construídas e um MVP é desenvolvido. O objetivo? Evitar grandes investimentos em um produto completo para o qual não se tem certeza se há mercado. Falando o bem da verdade, o MVP é uma versão do produto com um conjunto mínimo de características necessárias para que ele possa ser colocado de imediato no ar e submetido a testes que permitirão validá-lo e aprimorá-lo. Entram nesse momento sócios dedicados e uma proposta de valor empresarial é instaurada também.

É hora de refinar o discurso do porquê ele irá comprar seu peixe. Qual sua proposta de valor? Qual o seu job to be done? Não conhece a diferença entre os dois? Bem, ambos os termos referem-se ao que você vai entregar de valor para o cliente. Mas há uma diferençazinha latente no meio dessa definição, que acaba distanciando bastante uma palavra da outra: proposta de valor é a sua ótica de negócios que é passada para o cliente, o que você propõe e oferece; job to be done é a ótica do cliente sobre o valor de seu negócio. O que ele acha do seu produto e a solução que ele traz. Os dois juntos e um público bem mapeado é o melhor guia para determinar quais os passos que sua startup deve tomar.

A terceira fase da jornada de uma startup é seu crescimento, em que uma recorrência de vendas já é computada, o produto e o UX, responsável por entender a fundo o usuário e o problema que se deseja resolver para esse usuário. A equipe, à essa altura, já possui um envolvimento quase integral com o projeto e o job to be done tem que estar alinhado com sua proposta de valor.

E por fim, chegamos ao estágio de escala, onde sua startup começa a agir como um motor de vendas.

Esse motor pode ter o formato sticky, que é desenhado para reter e otimizar o máximo de cada cliente. É mais adequado para recursos corporativos ou consultorias, onde os clientes-alvo são de um perfil específico e a aceitação do produto depende de uma venda complexa e demorada. O sucesso de seu crescimento depende de diminuir a quantidade de usuários que desistem do seu produto. O motor pode também ser viral, quando é caracterizado por sua expansão rápida e epidêmica através das redes. Ou pago, que é aquele em que a aquisição de clientes se dá através de veículos de propaganda pagos, como o AdWords. O crecimento desse tipo de empresa se dá quando o cliente gera mais receita do que custou para adquiri-lo.

Nesse momento, um NPS (Net Promoter Score), que mede a satisfação do cliente, também precisa ser definido e os investimentos começam a finalmente acontecer.

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