De barco a vela à nova economia: como fazer a transição para o século 21

Da Redação

Por Da Redação

21 de novembro de 2018 às 18:10 - Atualizado há 2 anos

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Para entender e implementar a gestão do século 21, os especialistas Pedro Englert e Eduardo Glitz desenvolveram o curso Motor do Crescimento. Com preços a partir de 799 reais, empreendedores, profissionais, e estudantes interessados têm acesso à versão integral, inteiramente online, da programação voltada a apresentar um novo paradigma para fazer a gestão de negócios, gerir pessoas e montar empresas.

Disponível na plataforma StartSe, o curso oferece oito horas de aulas e uma área para interação com tutores e participantes. São nove módulos, que incluem a Nova Economia e o fim do modelo de gestão tradicional, a utilização de meios digitais como forma de impulsionar os negócios, muita inovação e o preparo para o futuro. Acesse o curso aqui.

Os tutores falam sobre os novos modelos de negócio com propriedade. CEO da StartSe, o maior ecossistema de startups do Brasil, com receita na ordem de 40 milhões de reais, Englert foi sócio da XP Investimentos por dez anos, fazendo saltar de dez para mais de 400 o número de escritórios. Depois, assumiu o posto de CEO do Infomoney, onde testou diferentes produtos, até encontrar uma solução de educação digital que ajudou a multiplicar por dez a receita da empresa. Em 2015, deixou a companhia com o objetivo de entender a nova gestão empresarial.

Passada uma temporada conhecendo de perto a experiência pioneira do Vale do Silício, o executivo retornou ao Brasil para iniciar a carreira de construtor de companhias ao lado de Glitz, também ex-sócio da XP, que percorreu o mundo em busca de soluções de gestão. “Descobrimos que, para qualquer negócio, de qualquer porte e setor, o que funciona é praticar meritocracia, divisão de lucros agressiva e estabelecimento de metas claras”, diz Glitz.

Os dois criaram sete empresas até agora, de diferentes setores. Em todas, os colaboradores recebem 25% dos lucros. “Quando todos se tornam parte do negócio, o empresário não precisa controlar os funcionários, mas formar um exército de pessoas para estar ao lado dele”, reforça.

Receita do sucesso

O segredo dos números positivos é a mudança na prática de gestão, que se mostra eficiente para todo perfil profissional. Fazer essa transição é uma questão de sobrevivência, diz Englert, necessária para reestruturar um antigo negócio, encontrar espaço no mercado ou iniciar um novo projeto. “Existe muita conversa sobre a dinâmica das empresas modernas, a necessidade de inovar, empoderar os colaboradores e melhorar a agilidade para reagir a cenários que mudam muito rápido. Mas ninguém explica exatamente como fazer tudo isso”.

A StartSe se tornou uma fonte importante de informações para os profissionais que querem adotar tais práticas, mas não sabem por onde começar. Muitos participantes já alcançaram sucesso em seus negócios, ao migrar da velha para a nova economia, como é o caso de Guilherme Boer.

Dos 22 aos 33 anos, ele seguiu carreira como executivo da área comercial de grandes companhias, incluindo Ambev e Parmalat, até que decidiu, em 2014, mudar o rumo profissional. “Eu não me via mais buscando cargos na hierarquia de grandes empresas. Queria me tornar empreendedor e comecei a me preparar para isso”, conta. O aprendizado incluiu uma missão para o Vale do Silício, que ajudou Guilherme a encontrar seu caminho: embarcar para o mundo das startups. Surgia, então, a Igglu Consórcio.

A empresa oferece consórcios para rigorosamente tudo, como financiamentos de festas de casamento e de cirurgias plásticas. Sempre com juros baixos e muitas parcelas. “Fazemos vendas de forma diferente”, explica Boer, que nos últimos anos aprendeu a mudar seus métodos de gestão. “Entendi que um bom time é o maior patrimônio da empresa. Descobri também que, para reter talentos, é fundamental dar ao colaborador liberdade e responsabilidade”.

Aluísio Maykot Serafim, gerente de segmento da Intelbras, também foi influenciado pela StartSe ao fundar o programa de inovação corporativa da companhia. “Quando participei do Learning Experience, em abril deste ano, aprendi o quão importante é o mindset para a inovação e que, muito mais do que tecnologia, esse investimento tem a ver com pessoas.”

O Intelbras Lab foi totalmente cocriado a partir do interesse dos próprios colaboradores, que participaram de reuniões e apontaram o caminho do programa. “Realizamos intercâmbios entres diversos departamentos da empresa para trazer novas práticas de mercado para o coração da companhia. Algumas das ideias concebidas, envolvendo Internet das Coisas, já estão sendo absorvidas pelas unidades de negócio e estudadas para serem oferecidas ao consumidor final”, conta.

Aprendizado na prática

Ao lado de seus aprendizes, sejam eles empreendedores de startups, proprietários ou gestores de empresas tradicionais, Englert e Glitz têm a missão de levar insights que estão mudando o futuro da gestão e oferecer às empresas as mesmas ferramentas de crescimento usadas pelos melhores gestores do Vale do Silício. “Apresentamos técnicas que permitem que a empresa siga um caminho firme, sem depender de oscilações do mercado, da política ou da economia”, explica Glitz.

Em outras palavras, os tutores ensinam a colocar motor em um barco: assim, ele não depende do vento, tendo autonomia para seguir o rumo que desejar, além de ganhar propósito e velocidade, diferenciais importantes. Quem insistir no barco a vela, afinal, vai ficar para trás.

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