T-Hub anuncia a segunda edição do India Market Access Bridge

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Por Isabella Câmara

24 de Maio de 2018 às 16:41 - Atualizado há 2 anos

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A T-Hub, a maior aceleradora de startups da Índia, anunciou hoje (24) que já está aceitando inscrições para a segunda edição do Índia Market Access Bridge – um programa de nove meses que oferece a oportunidade de startups internacionais fazerem negócios reais na Índia. Focado em produtos corporativos e soluções para a sustentabilidade, o programa estenderá o suporte para que fundadores e suas equipes possam trabalhar em sua estratégia na Índia, seja físico ou virtualmente.

Por meio de uma série de mentorias, as startups receberão suporte na personalização de seus produtos e modelos de negócios, com base nas necessidades locais e nas demandas dos clientes indianos. Além disso, a T-Hub também os ajudarão a garantir seu primeiro cliente na Índia, o que permitirá que eles cresçam adequadamente no país. “O IMAB oferece aos empreendedores internacionais que já escalaram em seu país de origem uma oportunidade de crescer e navegar pelo mercado indiano de alto potencial. Vamos permitir possibilidades únicas para a startup se estabelecer e acelerar seu crescimento em uma das maiores economias globais”, disse Jay Krishnan, CEO do T-Hub.

Mais de 50% dos investimentos em capital de risco na Índia estão em startups focadas em produtos e soluções B2B que utilizem tecnologias como Inteligência Artificial, IoT, blockchain, realidade virtual e aumentada e cibersegurança. Outra área que apresenta um grande crescimento na Índia é a indústria de energia renovável. Apesar de ser um país subtropical, o aproveitamento da energia solar é um desafio, por causa da grande despesa de instalação de usinas de energia e à baixa penetração no mercado de equipamentos solares. Frente a esse cenário, há uma necessidade latente de startups que tornem essas soluções mais acessíveis – e as empresas internacionais entram em cena para auxiliar o setor.

Para se inscrever no programa, que aceita inscrições até o dia 30 de junho de 2018, as startups precisam atender uma série de critérios: ter um produto pronto para o mercado, gerar receita, ter um modelo de distribuição comprovado, disponibilidade de enviar um dos fundadores para a Índia e focar em um dos dois setores principais – B2B e sustentabilidade. Apesar da preferência, o programa, excepcionalmente, aceitará startups focadas em HealthTech, Fintech, Smart City e Mobility.

Ano passado, a T-Hub já acelerou cerca de cinco startups de países como Estados Unidos, Holanda, Coréia do Sul, Áustria e Canadá. “A Índia é o mercado onde as comunidades empresariais e startups tem uma enorme oportunidade de crescer e se expandir. O IMAB nos ajudou a formar nossa estratégia para entrar no mercado indiano, o que nos ajudou a alcançar startups do mesmo local, bem como nos conectar com o público-alvo certo”, disse Christoph Trost, cofundador da Unispotter, uma das startups aceleradas pelo IMAB.