Waymo desiste de reivindicação de violação de patente na briga contra a Uber

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Por Lucas Bicudo

10 de julho de 2017 às 12:18 - Atualizado há 3 anos

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A divisão de carros autônomos da Alphabet, Waymo, está dando para trás de três das quatro reivindicações de violação de patente em seu processo contra a Uber.

A decisão da Waymo de incluir reivindicações de patentes em sua queixa contra a Uber foi uma jogada surpresa. A maior parte do caso não é sobre patentes em si, mas sobre segredos comerciais.

A divisão do Google alega que a Uber roubou segredos comerciais quando Anthony Levandowski, que trabalhava para a Waymo, baixou 14 mil arquivos para seu computador pessoal e depois se juntou a startup para liderar o programa de carros autônomos. A Uber demitiu Levandowski no final de maio. O executivo invocou seu direito constitucional contra a autoincriminação e se recusou a testemunhar no caso, tirando a capacidade da Uber de se defender contra as reivindicações da Waymo.

O juiz distrital de São Francisco, William Alsup, pediu a Waymo que reduza seus mais de 100 segredos comerciais a menos de 10 para colocar na frente de um júri. Em uma audiência, no dia 7 de junho, ele também disse: “Quero reiterar ao queixoso aqui que você deveria pensar muito sobre apenas largar a questão da patente neste caso”.

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“A retirada da Waymo em três de seus quatro pedidos de patente é mais um sinal de que eles têm prometido demais e entregado de menos”, disse a Uber em um comunicado. “Não só descobriram nenhuma evidência de nenhum dos 14 mil arquivos em questão, como agora admitem que o design LiDAR da Uber é realmente muito diferente do deles. Diante dessa dura verdade, Waymo recorreu a teorias de conspiração flutuantes”.

LiDAR é um dos componentes mais importantes para a tecnologia de condução autônoma. Ele ajuda os veículos a perceberem seu arredor. Um porta-voz da Waymo disse na sexta-feira que a retirada dos três pedidos de patente aconteceu porque eles estão relacionados com um projeto de LiDAR específico, “Spider”, que a Uber não usa mais. A quarta reivindicação de patente se concentra em outro design, o “Fuji”, que a startup continua a usar.

“A Uber assegurou ao tribunal, em declarações feitas sob pena de perjúrio, que já não usa e não usará esse dispositivo. Então reduzimos os problemas para julgamento, descartando os pedidos de patente sobre esse dispositivo. Estamos ansiosos para julgamento”, disse.

(via Bloomberg)

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