Uber tenta comprar a maior rival, não conseguiu, e agora terá dor de cabeça

Da Redação

Por Da Redação

2 de setembro de 2016 às 12:14 - Atualizado há 4 anos

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Dois anos atrás, a Uber tentou adquirir sua maior rival – a Lyft – por cerca de US$ 2 bilhões. Oferta recusada por parte de seus rivais. Só que a história não terminou em 2014 e pode voltar para assombrar a Uber neste ano ou no próximo: a rival pode acabar nas mãos de um adversário poderoso.

Contudo, Travis Kalanick, CEO da Uber, não se arrepende do resultado. “É uma coisa magnífica ter com quem competir. Te faz ter mais foco em relação a servir bem teu consumidor”, disse o bilionário para a revista The Economist. O problema é ter um concorrente que conseguiu abocanhar boa parte do seu principal mercado e o jogou novamente no vermelho nos Estados Unidos.

As empresas ainda possuem valores e situações de mercado muito distintos. A Uber vale US$ 69 bilhões e está presente em diversos países do mundo (inclusive o Brasil), liderando a maioria deles. A Lyft só está presente nos Estados Unidos e vale US$ 8 bilhões. Onde se enfrentam, a Uber tem 80% do mercado e a Lyft apenas 20%. Besteira? Não.

E pior que isso é caso a Lyft caia nas mãos “erradas”. A empresa está em uma série de conversas para ser vendida. O último rumor diz que a Amazon (que sempre quis começar um serviço de entregas e pode ver sinergia no transporte de passageiros) é a companhia interessada da vez. A companhia usaria seus vastos recursos e disposição para ter prejuízo para dar uma bela de uma batalha à Uber.

Isso se a GM não comprar a companhia antes. A montadora já investiu US$ 500 milhões na rival e tem sede por mais – principalmente para montar um poderoso serviço de carros autônomos, que já estão sendo testados. Contudo, parece não estar interessada em pagar os US$ 9 bilhões que a Lyft quer para ser vendida. A montadora é outra companhia que possui recursos e presença global suficientes para incomodar (bastante) a Uber.

A solução para a Uber talvez seja comprar a Lyft e parar com a sangria existente. Isso é, fazer com a rival o que a Didi Chuxing fez com o próprio Uber na China – um negócio que abriu caminho para a companhia se tornar, enfim, lucrativa na China. A Uber talvez só teria que dar um pouco menos de 10% do seu negócio para se livrar da maior rival de uma vez por todas e impedir que ela caia nas mãos erradas.

Ou as duas companhias continuarão separadas… e sem dúvida, essa é a melhor opção para o consumidor. Que a guerra continue!

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