Seu dia está ruim? Lembre-se de quem vendeu 10% da Apple por US$ 800

Da Redação

Por Da Redação

10 de março de 2017 às 13:54 - Atualizado há 4 anos

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Imagine ser o fundador “menos importante” de uma grande empresa de tecnologia, como a Apple, Microsoft, Google, Facebook… geralmente isso lhe dá alguns bilhões de dólares na sua conta bancária e muita fama, correto? É o caso de Paul Allen, Steve Wozniak e até mesmo de Eduardo Saverin, que não possuem a mesma badalação de Bill Gates, Steve Jobs e Mark Zuckerberg, mas nunca mais precisaram trabalhar na vida.

Contudo, uma pessoa não tem a sorte dessas pessoas. É Ronald Wayne, o esquecido 3º fundador da Apple, ao lado de Steve Jobs e Steve Wozniak. Tudo que ele, hoje com 82 anos de idade, levou dessa aventura foi… US$ 800. Isso por sua participação de 10% na empresa (participação que, aliás, vale US$ 73 bilhões hoje, levando em conta que a Apple vale US$ 730 bilhões).

O pior de tudo é que Ronald abandonou a empresa 12 dias depois da fundação, no dia 12 de abril de 1976. E o motivo pelo qual ele abandonou a empresa? Ele achou que a companhia iria quebrar. Sim, ele apostou contra aquela que se tornou a maior empresa do mundo.

A empresa precisava de US$ 15 mil para fornecer 50 computadores para a loja Byte Shop, a primeira grande venda da Apple. Contudo, Wayne – que trabalhava na Atari, junto com Jobs – sabia que a Byte não era muito confiável na hora de pagar e temeu ficar totalmente endividado. Abandonou o barco. Acabou recebendo US$ 1.500 um ano mais tarde para não processar a Apple em momento algum. Aceitou.

Ele resistiu as ofertas de Steve Jobs para voltar para a empresa e acabou indo morar em um trailer, vendendo selos e moedas raras para sobreviver. Este novo negócio prosperou e ele acabou virando dono de uma loja de selos, que o sustentou por vários.

Nos anos 90, acabou recebendo mais um dinheiro por conta da Apple: vendeu o contrato original da empresa por US$ 500 para um colecionador. Esse mesmo colecionador vendeu este mesmo documento por US$ 1,6 milhão em 2011 – novamente um negócio em que ele deve se arrepender…

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