O futuro da interação humana com a tecnologia será multimodal

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Por Lucas Bicudo

19 de setembro de 2016 às 11:41 - Atualizado há 4 anos

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Nós temos usado o mouse por décadas para interagir com a tecnologia. Tudo bem que o touchscreen surgiu como um novo modelo de interação de comando, mas fundamentalmente ele ainda depende dos cliques. Mesmo o novo feature 3D touch do iPhone 7 é um sofisticado modo de usar a mão para responder sim ou não.

Mas como será o futuro dessa interação? Michael Buckwald, CEO da Leap Motion e Jim Marggraff, CEO da Eyefluence, concordam que o próximo passo de como lidaremos com a tecnologia será multimodal. Marggraff está fazendo com os olhos o que Steve Jobs fez com o dedo, no mouse. Sua companhia desenvolve tecnologia para realidade aumentada e virtual. Buckwald está indo para outra direção, usando o movimento da mão como uma ferramenta de comunicação.

“Hoje em dia, todos nós possuímos em nossos bolsos o que seria um supercomputador de 15 anos atrás. Mas se olharmos atentamente em como usamos esses aparelhos, ainda é essencialmente binário”, diz Buckwald.

Os seres humanos possuem um desejo natural para a comunicação como um processo bidirecional, mas quando passamos para novos métodos de comunicação, algumas vezes isso é desconfortável, como a náusea que sentimos após gastar muito tempo em realidades virtuais.

O que é certo pelo menos, é que não importa o mecanismo de entrada, a comunicação deve ser contínua, sem atrasos ou interrupção. O natural e o realista andarão lado a lado com a qualidade da experiência. Não só esses mundos serão cada vez mais imersivos, como eles também não te farão vomitar.

“A noção geral de apontar para algo para navegar através de um menu pode ser feito muito mais rápido com os olhos do que com as mãos”, diz Marggraff.

Isto pode ter implicações para todos. Um dia nossos filhos serão capazes de crescer em um mundo onde eles poderão brincar com amigos de outros continentes, através da realidade virtual. Essas são hipóteses trabalhadas por companhias como AltspaceVR.

A disponibilidade do conteúdo mantém-se uma limitação séria para o crescimento de VR como uma plataforma de entretenimento. Um “momento iPhone” pode acontecer, mas somente após e com a propagação da interação homem-computador multimodal.

(via TechCrunch)

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