Google quis comprar Snapchat por US$ 30 bilhões antes da crise da rede social

Da Redação

Por Da Redação

3 de agosto de 2017 às 15:13 - Atualizado há 3 anos

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Alguma coisa aconteceu em uma conversa entre Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, e Evan Spiegel, CEO do Snapchat, que fez com que Mark prometesse destruir o seu rival. Em pouco tempo, a maioria dos aplicativos do Facebook tinha um quê de Snapchat – incluindo aí o Instagram, que com o Stories “atropelou” o rival.

Isso lançou o Snapchat em uma grande crise, com uma forte estagnação nos últimos meses – e valor de mercado cada vez menor. Só que que a empresa podia ter tido um caminho diferente no começo de 2016: o Google ofereceu US$ 30 bilhões para comprar a rede social. Oferta essa que foi recusada.

Spiegel claramente quer manter sua empresa independente e não quis vendê-la. Levou a empresa para a bolsa de valores com valor de mercado de US$ 20 bilhões e, poucos dias depois, atingiu o pico de US$ 24 bilhões. Desde então, é só queda: as ações já valem US$ 14 bilhões e faz meses que não se vê uma notícia boa a respeito da companhia.

O fundador do Snapchat já é bilionário e isso vai ser mantido. Contudo, sua empresa corre o risco de “cair na irrelevância” nos próximos anos. Uma parceria com o Google – que está muito interessado em ter uma grande rede social – teria feito sentido para ajudar a companhia a monetizar sua plataforma.

Sem grandes reviravoltas, o Snapchat é só uma boa startup que surgiu, brilhou e não conseguiu manter o brilho. E Spiegel não parece ser o gênio visionário que ele acredita ser (vive se comparando com Steve Jobs, embora ninguém acredite nisso). Provavelmente teria sido um bom negócio vender sua empresa.

O Google, por sua vez, continua incansável na busca por uma rede social: já teve tentativas com Orkut, Google+ e Google Buzz – mas nunca acertou a mão. Esse inconformismo é importante para que a empresa continue avançando. Preparamos um e-book sobre como o Vale do Silício está transformando o mundo.

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