Como será a cidade do amanhã? Esses especialistas te contam

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Por Lucas Bicudo

27 de setembro de 2016 às 16:16 - Atualizado há 4 anos

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Para ter uma noção do que uma cidade pode parecer no futuro, o site Business Insider falou com designers e planejadores urbanos sobre tendências como transporte, trabalho, casa, automação, internet e ambientação.

Juntas, suas previsões formam cidades que operam totalmente através de energia renovável, com carros elétricos, autônomos e compartilhados. Dan Doctoroff, CEO do Sidewalk Labs, o ramo de transportes do Google, fala sobre cidades integradas em que a Internet comandará todos os aspectos de nossas vidas.

No futuro, o próprio governo ofereceria a todos os cidadãos internet de alta velocidade gratuita e poderia coletar gigantescas quantias de dados sobre hábitos de transporte e infraestrutura – a serem usados para melhorar esses serviços. Isso pode assustar um pouco, pois teme-se autoritarismo do governo pelo uso destes dados.

Carros autônomos saberiam todo tempo quais rotas estariam mais livres, baseado em dados de outros veículos que estariam nas ruas, algo parecido em como os usuários do Waze alertam uns aos outros. Pessoas poderiam saber em tempo real o quão cheio estariam os trens e quais restaurantes estariam mais vazios, tomando suas decisões com esse tipo de informação.

Com tantos sensores coletando informações e se comunicando uns entre os outros – a Internet das Coisas no seu ápica -, as cidades do futuro começariam a pensar autonomamente, diz David Pescovitz, o diretor de pesquisas do Institute for the Future (IFTF). É o que chamamos de “cidade inteligente”.

Isso significa que todas as formas de transporte, tanto públicas, quanto privadas, se coordenariam entre si simultaneamente para deixar as ruas mais seguras e eficientes.

Paul McConnell, diretor de design da Intersection, a companhia que está trazendo Wi-Fi gratuito para Nova York através do LinkNYC, especula que as pessoas usarão seus carros como pequenos escritórios, uma vez que não terão a necessidade de dirigi-los. Ganho de produtividade na veia.

Com o aumento populacional a se considerar e menos carros na rua, já que a ideia de veículo privado praticamente se extinguirá – opinião compartilhada pelo CEO do Lyft -, cidades irão ter um novo propósito no que diz respeito a distribuição de espaço entre ruas e calçadas. Nessas calçadas serão construídos cada vez mais complexos de casas, feitas de micro-apartamentos.

De acordo com Rod Falcon, que está no comando do time Technology Horizon do IFTF, espaços públicos terão uma função mais vital ainda nas cidades do futuro. Conforme pessoas estarão vivendo em casas menores e sem espaço para receberem convidados, as cidades poderiam responder à maior procura de espaço público, transformando ruas não utilizadas em espaços para bicicletas e pedestres conviverem, além de estacionamentos em parques florestais. “Espaços públicos necessitarão de adaptação”, diz Falcon.

A tecnologia mais sofisticada do Google Photos é a habilidade do aplicativo em reconhecer quem ou o que está em uma determinada foto. Nas cidades do futuro esse tipo de tecnologia de reconhecimento facial atingirá uma ampla gama de aplicações, como sistemas de segurança de casas e espaços públicos, de acordo com Brooks Rainwater, diretor do City Solutions and Applied Research Center na National League of Cities. Em outras palavras, um próprio prédio pode ser seu porteiro ao checar sua identidade através de reconhecimento esperto de identidade.

(via Business Insider)

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