Qual o papel do professor já que toda Educação está na internet?

Victor Hugo Bin

Por Victor Hugo Bin

21 de junho de 2019 às 15:15 - Atualizado há 1 ano

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Você que está lendo essa matéria provavelmente já esteve dentro de uma sala de aula.

Vários alunos na posição de aprendizes e um professor na posição de maior fonte de conhecimento disponível.

Não é preciso ir muito longe para descobrir que esse modelo tradicional, que dura há mais de 100 anos, já chegou no seu limite. E está mais do que desatualizado.

E o professor deixou de ser a principal fonte de conhecimento desde 1998, quando o Google foi criado.

As informações que antes estavam nas bibliotecas e nos livros, hoje estão acontecendo em tempo real na internet.

Se alguém quer aprender sobre foguetes espaciais, pode assistir no YouTube uma aula sobre o assunto, com um especialista em Física ou da própria NASA.

Quer aprender mais sobre matemática, poderá assistir aulas com os maiores matemáticos do mundo.

Tudo isso gratuitamente, online, sempre e de onde quiser.

Qual o novo papel que as instituições e os professores devem adotar diante da abundância de informações na internet?

O papel do professor não está mais em ensinar o que o aluno vai a aprender. Ele pode fazer isso por outros canais.

O professor hoje precisa ser a ponte que vai ensinar novas formas do aluno aprender.

É isso que vai fazer com que ele continue aprendendo e reaprendendo mesmo que a tecnologia, as novas descobertas e até mesmo o fim e o nascimento de indústrias aconteçam.

Empresas como Google e Apple já entenderam isso. E não exigem mais diploma dos seus novos colaboradores.

Para 2 das empresas mais valiosas do mundo, não faz sentido exigirem um conhecimento que não faz mais parte do dia a dia das empresas. Nem habilidades que podem cair em desuso quando uma nova tecnologia existir.

As empresas estão dando seu próprio jeito de terem colaboradores internos preparados para o futuro do trabalho e da tecnologia.

E as escolas e universidades?

O professor, pensador e um dos pais da administração moderna, Peter Drucker falou no início dos anos 90 que:

“Daqui a 30 anos, os grandes campus universitários serão relíquias. As universidades não vão sobreviver.”

E quanto enxergamos a distância que as escolas estão do mundo real e até mesmo da internet, vemos que ele, no fundo, tinha toda razão.

Mais de 2 mil educadores preocupados com essa questão participaram do EdTech Conference 2019. O evento só não foi maior por conta do espaço físico do local.

Algumas das provocações que foram tratadas no evento foram:

  • Na era do Life Long Learning, como quebrar o ciclo escolar dos 6 aos 18 e continuar aprendendo a vida inteira?
  • Os 3 pilares para se tornar um educador inovador
  • Ambiente Fechado ou ‘Starbucks’? Qual o Futuro da Sala de Aula?
  • A Grande Sacada que o Cirque du Soleil e Harley Davidson usam que você também deve usar na educação particular
  • Como transformar o Ambiente de Ensino em um local mais engajador? Dica: precisa de nenhuma nova tecnologia para isso
  • A Grande Oportunidade que o Brasil perdeu com o aumento de ensino EaD – e como reverter isso a tempo?
  • Educação nichada ou generalista: qual é a mais importante para o aluno?
  • Os 4 Ps da Aprendizagem Criativa que você pode usar HOJE mesmo na sala de aula
  • As 3 habilidades mais urgentes para os trabalhos do futuro que as escolas tradicionais simplesmente não ensinam
  • Como usar o modelo EaD no YouTube e criar um produto acessível a milhares de alunos?

Até hoje, a StartSe recebe mensagens de professores interessados no evento, mas que não puderam participar por conta de agenda ou por terem conhecido o evento depois dos ingressos terem esgotado.

Mas agora, nós conseguimos transformar todo o conteúdo apresentado no maior evento de tecnologia para educação da América Latina em um material 100% online para você assistir onde e quando quiser.

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