Uma barreira para o Google na China – seus próprios funcionários

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

29 de novembro de 2018 às 14:45 - Atualizado há 2 anos

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 22 a 25/Fev - 2021, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora
Logo Cyber Monday 2020

Só hoje, nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

Os cidadãos chineses não possuem acesso a algo muito básico da internet: o buscador do Google. A empresa saiu do país há quase dez anos devido às exigências do governo chinês. Agora, a gigante de buscas planeja voltar para a China com o Projeto Dragonfly.

No projeto, a empresa está desenvolvendo um buscador exclusivo para o país, atendendo às especifidades das leis locais. No entanto, no início desta semana, alguns dos trabalhadores do Google expressaram uma opinião contrária à iniciativa.

A justificativa dada pelos trabalhadores em uma carta é que o buscador permitiria a vigilância dos usuários pelo governo chinês. No entanto, eles deixam claro que a opinião contrária não é contra o país.

“O Dragonfly estabeleceria um precedente perigoso em um momento político volátil, que tornaria mais difícil para o Google negar a outros países iniciativas semelhantes”, descrevem.

China, maravilha e inovadora

Recentemente, em um evento da Wired, Sundar Pichai, CEO do Google, descreveu a China como um mercado “maravilhoso e inovador”. Dessa forma, a empresa tem repensado seu papel e atuação no maior mercado do mundo.

“Nós conseguiremos atender bem 99% das consultas feitas”, disse Sundar Pichai. “Existem muitas áreas em que podemos trazer informações melhores do que as que estão disponíveis”, citando o caso de tratamento de câncer como um exemplo.