Com chegada do 5G, China prevê aumento de US$ 1,2 trilhão em receitas

João Ortega

Por João Ortega

25 de abril de 2019 às 18:35 - Atualizado há 1 ano

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A chegada do 5G certamente afetará a economia mundial. O impacto direto na vida das pessoas fará com que a informação seja mais rápida e eficiente. Além disso, a tecnologia permitirá uma melhor adoção da Internet das Coisas (IoT), melhor integrando pessoas e “máquinas”. O tão aguardado avanço já está gerando grandes expectativas no país com o segundo maior PIB do mundo, onde a inovação é tão rápida quanto o seu crescimento econômico na última década: a China.

Os especialistas da China Academy of Information and Communications Technology estão prevendo que entre 2020 e 2025, o 5G irá impulsionar o consumo chinês em até US$ 1,2 trilhão, de acordo com o jornal Economic Observer.

Dentre as várias aplicações da nova tecnologia, somente as atualizações em smartphones e outros portáteis irá gerar uma receita de US$ 641 bilhões no período de cinco anos. O começo deste processo já está acontecendo, uma vez que algumas grandes marcas como a Huawei, Xiaomi, Samsung e ZTE já lançaram seus celulares 5G, e os mesmos deverão ser introduzidos no mercado chinês em até meados deste ano.

A infraestrutura de Pequim para a quinta geração da internet móvel deverá ficar pronta até o final de 2019, segundo a Beijing Mobile (pertencente à maior operadora de telecomunicação da China, a China Mobile), o que mostra o preparo chinês para a poderosa tecnologia.

O governo chinês, ciente da inserção breve do 5G, anunciou em janeiro deste ano que irá acelerar o processo de liberação das licenças necessárias para o funcionamento da nova tecnologia. No entanto, a Coreia do Sul foi o primeiro país a disponibilizar comercialmente o 5G para redes móveis.