Uber deixará de funcionar na Colômbia em fevereiro

Decisão judicial classificou a empresa como "anticoncorrencial"; empresa deixará de operar a partir do dia 1 de fevereiro

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A partir do dia primeiro de fevereiro, não será mais possível pedir uma corrida de Uber na Colômbia. A empresa está deixando o país após uma decisão judicial que caracterizou sua atuação como anticoncorrencial.

Em dezembro, Superintendência de Indústria e Comércio (SIC) do país afirmou que a Uber “viola as normas que regulamentam o mercado, gera uma vantagem significativa e desvio da clientela”. A companhia chegou na Colômbia há seis anos e tem enfrentado diversos confrontos com taxistas (e seu sindicato) desde então.

Em resposta, a Uber afirmou em um comunicado que a decisão da SIC é arbitrária, vai contra o ordenamento jurídico colombiano e que viola processos e direitos constitucionais. “Por esta razão, recorremos imediatamente da decisão e estamos utilizando todos os recursos legais para defender o direito de 2 milhões de usuários de decidir como se movem nas cidades e a oportunidade de 88 mil motoristas cadastrados no app de gerar ganhos adicionais ao sustento de suas famílias”.

O processo judicial começou quando a Cotech SA, provedora de serviços de tecnologia para táxis na Colômbia, processou a Uber. A decisão foi de primeira instância. Embora o app da empresa seja permitido pelo Ministério de Tecnologias da Informação e das Comunicações, as corridas são consideradas ilegais.

A Uber Eats não foi afetada pela decisão e continuará a operar normalmente no país latino-americano.

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