Sonha em ser sócio de uma empresa? No grupo Bild & Vitta isso é possível

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9 de novembro de 2020 às 19:21 - Atualizado há 3 semanas

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*Por Bild e Vitta

A autonomia conferida em ser dono ou sócio de um negócio é sinônimo de crescimento e satisfação pessoal e profissional para muitas pessoas. Entretanto, mais do que tempo, disposição, conhecimento e oportunidade, tornar-se sócio de um negócio promissor está associado a oportunidades e altos investimentos financeiros, muitas vezes de risco.

Disruptiva como é, a Bild e Vitta (Bild Desenvolvimento Imobiliário e Vitta Residencial Construtora e Incorporadora) oferece a seus colaboradores condições para que esse sonho de ser sócio seja possível de se concretizar.

Incentivando o protagonismo, o grupo empresarial evidencia que realmente pratica a crença de que cada um pode e deve ser autor de sua própria história.

Para isso, ao longo dos seus 13 anos de atuação e destaque no mercado, criou programas de empreendedorismo e intraempreendedorismo que permitem e proporcionam uma aliança com colaboradores em busca de um objetivo comum nos negócios.

Impossível não citar que a ideia faz uma junção perfeita com outro importante ponto da Bild e Vitta, a política onde todos ganham e que visa fazer da empresa um lugar onde todos se sintam igualmente valorizados e respeitados.

Entre as ações efetivas neste sentido, para se ater a apenas dois bons exemplos, estão o “Programa de Formação de Sócios” e o “InPulso”. O primeiro trabalha o desenvolvimento dos colaboradores para que tornem sócios de uma nova regional. A segunda iniciativa incentiva colaboradores que têm o desejo de empreender e os conduz à efetivação dos objetivos através da abertura de novos negócios.

Mais detalhes e informações sobre os programas de empreendedorismo e intraempreendedorismo da Bild e Vitta puderam ser conhecidos por meio de painéis, palestras, rodas de conversa e entrevistas que integraram a programação do estande virtual montado pelo grupo no Silicon Valley Web Conference.

A empresa foi co-realizadora, junto com a StartSe, deste, que foi o maior e mais importante evento sobre construtech, inovação, tecnologia e empreendedorismo da América Latina.

Confira abaixo um bate-papo com Marina Martini, analista de pessoas e gestão, que faz parte do time de inovação e expansão da Bild e Vitta, e Alessandra Carvalho, gerente da área de Novos Negócios e responsável pelo InPulso. Elas discutem como os programas permitem transformar funcionários em sócios. Entenda como funciona:

Quais técnicas, ações e ferramentas são utilizadas no fomento ao empreendedorismo e intraempreendedorismo no grupo? 

Marina Martini: O Grupo Bild e Vitta estimula o empreendedorismo e intraempreendedorismo de diferentes formas. Uma delas é através do “Programa de Formação de Sócios”, que tem como objetivo formar talentos com potencial para liderar a expansão através das regionais.

O programa tem duração aproximada de três anos, com períodos de formação e seleção ao longo desse tempo. Assim, através de avaliações constantes, busca-se uma escolha mais assertiva de quem será sócio(a).

Ao longo do “Programa de Formação de Sócios” são utilizadas diversas técnicas, ações e ferramentas para desenvolver os colaboradores em competências técnicas (hard skills) e competências comportamentais (soft skills).

Para trabalhar as hard skills, foi construída uma Trilha de Negócios. Os participantes do programa têm a oportunidade de acessar conhecimentos de diversas áreas através de treinamentos, participação em reuniões e eventos estratégicos, desenvolvimento de atividades práticas, visitas às regionais, etc.

Já para desenvolver as competências comportamentais, os participantes têm acesso a treinamentos, como por exemplo, a “Missão Extreme”, que aconteceu em março, em parceria com a Sociedade Brasileira de Desenvolvimento Empreendedor (SBDE). Além disso, todos elaboram um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), definindo objetivos anuais e trimestrais, e os desdobrando em ações de como buscar alcançar esses sonhos.

Na prática, quais os caminhos a serem percorridos no Programa de Formação de Sócios até que a sociedade seja efetivamente firmada entre empresa e colaborador?

Marina Martini: Ao longo dos três anos do programa, temos três etapas diferentes de seleção, sendo que no decorrer desses anos o colaborador pode ser convidado a virar sócio ou não.

A primeira etapa de seleção a partir desse ano foi aberta a todos os colaboradores. Não houve nenhum requisito, além, é claro, da vontade de participar do programa. Nesta primeira etapa, o foco das avaliações foram as competências comportamentais e intraempreendedoras.

Os selecionados passam, então, por um período de formação em que são estimulados a desenvolver as competências técnicas e comportamentais. Nessa etapa, o protagonismo é fundamental. É feita uma nova seleção, desta vez avaliando-se também as hard skills.

A ideia então, é que o colaborador vivencie uma imersão na regional, experimentando na prática os processos de uma regional em expansão. Ao ser convidado para se tornar sócio, o “Programa de Formação de Sócios” valida as competências comportamentais e de negócio, e o colaborador indicado realiza uma apresentação ao conselho da empresa, atestando sua qualificação para assumir como sócio.

Quais os ganhos (extra financeiros) para o grupo à medida que um funcionário se transforma em sócio?

Marina Martini: Quando um colaborador se torna sócio, ele apresenta um grande sentimento de pertencimento e tem muito fit com a cultura da empresa. Ao participar da expansão do grupo para uma nova cidade, ele consegue difundir essa cultura, inspirar pessoas com sua trajetória e desenvolver novos talentos.

Um ponto interessante é que o colaborador que se torna sócio, além de ter visibilidade, consegue levar a cultura do empreendedorismo para mais pessoas, sejam elas colaboradores ou pessoas locais. Com isso, conseguimos ir além da empresa e ajudar no desenvolvimento da cidade, entendendo suas características e promovendo empregabilidade.

Além disso, o novo sócio apresenta uma visão sistêmica após passar pela formação, e com isso consegue atuar de forma mais estratégica, aliando pessoas e negócios. Outra característica importante é que o sócio tem autonomia em sua regional, conseguindo também inovar nos processos e respeitar a cultura local.

Além de permitir o desenvolvimento de talentos (tornando possível que eles evoluam para sócios), quais outras características que conferem ao grupo a condição de “empresa disruptiva”?

Marina Martini: O grupo Bild e Vitta vivencia processos de mudanças diárias, buscando sempre promover uma melhor experiência para as pessoas. Um exemplo relacionado ao “Programa de Formação de Sócios” é que, mais importante do que para onde iremos, é com quem. Então, é dada uma ênfase muito grande a quem será escolhido para ser sócio, escolha que hoje é definida independente do cargo do colaborador.

O próprio processo seletivo para entrar no programa contou com algumas inovações, como ser uma seleção sem requisitos, focada em avaliar soft skills. Para a primeira etapa foi realizado um Ideathon Digital, uma maratona de três dias em que 135 colaboradores ficaram focados em desenvolver novas soluções em quatro vertentes: clientes, cultura, expansão e novos business. Alguns projetos continuam sendo desenvolvidos após a seleção, buscando a melhoria contínua.

É válido falar também que por ter grande autonomia, o regional consegue inovar nos processos, produtos, fornecendo sempre uma experiência melhor para os nossos clientes e fomentando a cultura local.

Sabemos que, em geral, uma spin-off surge a partir de uma demanda específica de uma empresa. No caso da Bild e Vitta, como surgiram as primeiras spin-offs?

Alessandra Carvalho: Eu diria que surgiu uma spin-off e um novo negócio. A Feli, a spin-off, era uma área da nossa empresa. Ela prestava serviço para as demais áreas e trazia bons resultados. Sempre teve o foco no cliente e conseguiu maior eficiência através do uso da tecnologia. Começamos a comparar o nosso resultado com o que havia no mercado e chegamos à conclusão que tínhamos um diferencial.

Aí veio a ideia: porque não fazer spin-off desta área e oferecer este serviço para o mercado? Assim nasceu a Feli. Já a ProximaPorta é um novo negócio.

Atuávamos somente com incorporação, construção e venda de imóveis. Não estávamos no mercado de imóveis usados. Aí veio a ideia: sabemos muito sobre o setor da construção, porque não expandir nosso portfólio criando um novo negócio ligado à comercialização de imóveis usados? Usamos todo o nosso conhecimento do mercado e de tecnologia e criamos a ProximaPorta.

Como o grupo incentiva o público interno a inovar tecnologicamente ou entrar em um novo mercado?

Alessandra: Através do programa “InPulso”, que é um dos programas de intraempreendedorismo do grupo. Todos os colaboradores são convidados a participar do processo de seleção. Os aprovados deixarão as suas respectivas áreas e criarão um novo negócio dentro da empresa. Se o negócio der certo, o colaborador torna-se sócio deste negócio, juntamente com os fundadores da Bild e Vitta.

Em seus 13 anos de atuação, que tipo de resultado advieram desta postura de marca empregadora e disruptiva praticada pela Bild e Vitta?

Alessandra: Acho que o próprio crescimento da empresa (passamos de 2 mil colaboradores e um faturamento de quase R$ 1 milhão), a expansão para 11 cidades, a criação de quatro novos negócios (Veraz, FEGIK, Feli e ProximaPorta) e o surgimento de dois programas de intraempreendedorismo são resultados desta mentalidade disruptiva.

Como se constrói um local de trabalho propício para o crescimento e desenvolvimento profissional e, consequentemente, ideal para o fomento e implementação de spin-offs?

Alessandra: A resposta é bem simples: através de pessoas. Quando colocamos as pessoas no centro, as coisas acontecem. O Inpulso é uma prova disso. É um programa voltado para o desenvolvimento dos colaboradores que têm o sonho de empreender. Através de diversas iniciativas, como maratonas de modelagem de negócio, oficinas de capacitação, curadoria de conteúdos, mentorias internas e externas, conexão com outros empreendedores (internos e externos) e muita troca de experiências, o programa desenvolve intraempreendedores, realiza o “sonho de empreender” deles e amplia seu portfólio de produtos.

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