Nova Economia Digital: a transformação já começou no Mercado Bitcoin

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26 de outubro de 2020 às 14:48 - Atualizado há 1 mês

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*Por Mercado Bitcoin

Não é de hoje que se fala na construção do mercado financeiro do futuro, mas com a pandemia, a consolidação da nova economia digital foi acelerada. A oferta de produtos inovadores estruturados na tecnologia Blockchain é cada vez maior e está alcançando outros mercados – como o do agronegócio, por exemplo. A transformação já começou e a forma de nos relacionarmos com o dinheiro tem papel essencial na construção desta nova economia digital.

O investidor conectado aos movimentos do mercado tem percebido que, desde 2017, com o boom do Bitcoin, as criptomoedas e os ativos digitais saíram dos grupos de debate do trade para as manchetes dos principais veículos de comunicação justamente por conta do seu imenso potencial. Transformar a relação das pessoas com seu próprio dinheiro e elevar a experiência de quem vivencia essa revolução é a missão do Mercado Bitcoin, que nos últimos sete anos acreditou no poder da tecnologia e na capacidade da criptoeconomia. O resultado? Em 2020, a maior plataforma de criptomoedas e ativos digitais da América Latina chegou à marca dos 2 milhões de pessoas convertidas em investidores e mais de 15 bilhões de reais negociados.

Ter as criptomoedas e os ativos digitais como parte de uma carteira é uma forma de diversificar os investimentos e fazer parte deste ecossistema tecnológico, inovador e disruptivo contribui para que a criptoeconomia continue democratizando o acesso a ativos alternativos com histórico de alta rentabilidade para os detentores, que só eram acessíveis para investidores institucionais.

Ancorada na tecnologia Blockchain, a cesta de oportunidades da nova economia digital estará cada vez mais recheada de produtos cuja negociação será mais simples, com mais liberdade e autonomia, com menos custos e com mais segurança – fator essencial quando se fala de inovação. Entre as 25 mais confiáveis do mundo para negociar criptoativos, segundo estudo conduzido pelo Blockchain Transparency Institute (BTI), o Mercado Bitcoin sempre defendeu a implantação de boas políticas colocando em prática as melhores diretrizes internacionais e exigências legais, e colaborou com a elaboração do Código de Autorregulação, lançado em agosto deste ano pela Associação Brasileira de Criptoeconomia, entidade que reúne as empresas responsáveis por cerca de 80% do volume de transações com ativos digitais no Brasil.

O fato é que, o mercado de criptoativos está decolando no Brasil e no mundo e a jornada rumo a nova economia digital está apenas começando. Vamos juntos?

*O conteúdo aqui descrito é de responsabilidade do patrocinador.