Internet das coisas para o varejo do futuro

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10 de janeiro de 2019 às 09:45 - Atualizado há 2 anos

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O gaúcho João Paulo Couto atua no mercado de soluções tecnológicas para o varejo desde 1994. Em 2014, ele se aliou a Rafael Santos, um amigo que conheceu em um MBA na FGV do Rio de Janeiro. Juntos, eles montaram a Decision6 SA, empresa especializada em monitorar o movimento de pessoas em lojas físicas e suas imediações e, com base na análise de dados, indicar insights para melhorar as vendas.

A startup, que chegou ao inovabra habitat em abril de 2018, faz parte do eixo de Internet das Coisas do espaço de coinovação do Bradesco. Os demais eixos são blockchain, inteligência artificial, big data e algoritmos, API e computação imersiva.

Com menos de três anos, a startup conta com vinte funcionários e 93 marcas clientes e está encerrando o ano com faturamento de R$ 2 milhões, duas vezes a receita do ano passado. A expansão da Decision6 SA é um exemplo do grande potencial do encontro entre experiência, inovação e disposição ao risco.

À medida que foi ganhando experiência, Couto passou a ser um conhecedor das tecnologias à disposição do varejo. Isso aconteceu ao mesmo tempo que este mercado passava por uma enorme transformação. Com a sofisticação do e-commerce, as lojas físicas estavam ficando para trás, o que era evidente na queda do fluxo de clientes em shoppings e outros pontos de venda.

Couto e Santos passaram a desenhar uma solução para o varejo que fosse escalável para o Brasil todo e tivesse recorrência mensal. “Tinha que ser uma solução robusta”, diz Couto. Os empreendedores destacaram seis informações importantes, daí o nome Decision6 SA: o tráfego total de pessoas que passam na frente da loja, corredor do shopping ou mesmo na calçada; quantas pessoas passam muito perto da vitrine, com chances reais de entrar na loja; quantas entram na loja; das que entram, quantas compram; quanto tempo ficam na loja; e, por fim, quantos clientes retornam à loja.

A análise dessas informações gera diversos insights para o varejista, melhorando a produtividade da loja e ajudando a refinar qualquer ação de marketing. Tudo isso funciona por meio de estatística, com dados anônimos gerados por celular. “Desenvolvemos um hardware que deve ser colocado no fundo da loja, é barato e de fácil instalação: só precisa de uma tomada de energia”, diz Couto.

O sistema faz essa contagem por meio de rede wi-fi. Não há necessidade de várias câmeras, nem de triangulação de antenas. Essa contagem é possível porque todos os celulares estão constantemente procurando redes para se conectar (active scanning). A Decision6 trabalha para clientes como O Boticário (no Brasil e na Colômbia), Body Shop, Le Postiche, Casa & Vídeo, Calçados Itapuã, Shoulder, Polishop e Souq. A empresa atingiu a marca de 679 lojas monitoradas por seu dispositivo.

Desde que chegou ao inovabra habitat, a startup já conseguiu prospectar diversos novos contratos. A rede de artigos esportivos Centauro, também habitante, tornou-se cliente da startup após um bate papo promovido pelos profissionais do espaço. “Eles nos procuraram assim que nós chegamos ao habitat”, diz Couto.

De tempos em tempos, a startup é convidada a fazer um “pitch” para alguma corporação no auditório do inovabra habitat. Nessas ocasiões, Couto e sua equipe fazem contato com grandes empresas que, de outra forma, dificilmente seriam acessíveis. “Foi assim que tivemos contato com a Renault e a Sanofi para apresentar a nossa solução”, diz Couto, que ressalta a atuação desta última junto a pontos de venda físicos. “Esses contatos ocorrem de forma bem intensa e são uma oportunidade para divulgar o nosso trabalho.”

Outra vantagem de a Decision6 SA estar no habitat é a convivência com outras startups. Na sala onde a Decision6 está instalada há outras duas empresas cuja atuação está baseada na análise de dados. “Nossos reports são pílulas para tomar rápidas decisões, por isso precisamos de um relatório bem simplificado. O ambiente do inovabra habitat nos provoca a encontrar o tom exato, pois estamos constantemente recebendo ‘feedbacks’”, diz Couto. Segundo o empreendedor, a convivência com outras startups os fez perceber que a ferramenta desenvolvida Decision6 deve ser aprimorada constantemente.

“Aqui, no inovabra habitat todo mundo tem o mesmo objetivo. Estão todos em busca de colaborar para crescer, inovar, aumentar a rede de relacionamentos, trocar ideias e gerar negócios”, diz o empreendedor.