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Venture Capital: crise, encurtamento de ciclos e o fim do dinheiro fácil

O dinheiro em abundância para investir em Venture Capital não é mais uma realidade. Não há mais tempo para investir em uma startup e esperar anos para que a mesma comece a gerar lucratividade.

Venture Capital: crise, encurtamento de ciclos e o fim do dinheiro fácil

Foto por: Getty Images

, Produção de Conteúdo

5 min

7 jul 2022

Atualizado: 4 jan 2023

O empreendedorismo não nasce de cenários frutíferos, como se pensa. A crise e o arrefecimento da economia tornam empreender uma alternativa viável para sobrevivência, em meio à incerteza. 

Isso foi tornando-se cada vez mais comum, tornando o capital inicial para empreender muito mais acessível. Em 2011, o custo médio para abrir uma startup era de 

É daí que o chamado Venture Capital, isto é, o investimento em capital empreendedor/de risco, tornou-se popular em detrimento do capital enfraquecido das empresas tradicionais em um cenário instável. 

O que parecia prosperar e ir muito bem como alternativa para crise, acabou mirando em seu próprio declínio ou, pelo menos, instabilidade. Tão rapidamente tornou-se barato empreender, quanto agora não é mais tão fácil assim.

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Isto porque, os investidores de Venture Capital tinham o mindset de injetar dinheiro e mão-de-obra em um negócio até fazê-lo algo rentável. O importante era mesmo construir uma base, mesmo que fosse demorar 3, 4, 5 anos para virar a chavinha e começar a ter lucro com ele. O Nubank é um grande exemplo desse modelo de negócio no Brasil.

A questão é: os ciclos estão mais curtos. Hoje, dificilmente há a possibilidade de abrir um negócio e esperar anos até ter alguma lucratividade, pois nesse meio tempo, seus concorrentes já lhe passaram (muito) à frente. A tecnologia e o mundo dos negócios estão mais voláteis e ágeis do que nunca.

O dinheiro abundante, aquele que dava para investir tranquilamente em negócios de risco, sem necessariamente esperar um rápido retorno sobre investimento, não existe mais. Agora, a preocupação não é mais uma empresa que cresce a qualquer custo, mesmo sem dar lucro; o que importa no cenário atual são empresas que crescem de forma sustentável.

Aquela onda de unicórnios surgindo um atrás do outro está se esvaindo, dando lugar a Era dos Camelos. O camelo é um animal associado à auto sustentabilidade, pois são capazes de sobreviver sem água e comida por meses. Bem como o animal, as startups camelos têm seus gastos mais sincronizados com a sua curva de crescimento, com menos capital.
 

Foto por: Getty Images

Entender o encurtamento dos ciclos e a nova realidade das startups, é importante para entender o processo de construção de um negócio e como torná-lo perpétuo.

Se você deseja tornar seu negócio perpétuo e se aprofundar ainda mais no contexto atual do Venture Capital, assista ao novo episódio do Podcast Organizações Infinitas.


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Produtora de conteúdo na StartSe, roteirista e organizadora do Podcast Organizações Infinitas.

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