Com IA, automação e alta tecnologia, empresa transforma eficiência em competitividade global e projeta alta de 27% nas exportações
Com IA, automação e alta tecnologia, empresa transforma eficiência em competitividade global e projeta alta de 27% nas exportações
, Redator
5 min
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6 abr 2026
•
Atualizado: 6 abr 2026
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A Nestlé enxergou no plantio da tecnologia, uma colheita próspera como motor de crescimento. O resultado aparece direto no negócio: a companhia projeta um aumento de 27% nas exportações de café solúvel em 2026, ultrapassando 20 mil toneladas enviadas para mais de 50 países.
Não é só demanda. É execução de uma estratégia muito bem construída..
Historicamente, o Brasil sempre foi referência na produção de café.
Agora, a Nestlé está ampliando esse papel.
A unidade de Araras (SP) se consolidou como um dos principais polos globais da companhia, responsável por abastecer mercados estratégicos como Argentina, Canadá e Arábia Saudita.
Mais do que exportar matéria-prima, o país passa a exportar produto final com valor agregado.
O diferencial não está apenas na escala.
Está na forma como a operação foi construída.
A fábrica de Araras reúne tecnologias de ponta que permitem:
— maior eficiência operacional
— padronização de qualidade em larga escala
— adaptação rápida a mudanças de mercado
Entre os destaques está o uso de inteligência artificial aplicada ao controle de processos, monitorando variáveis como torra, umidade e coloração em tempo real.
Na prática, isso significa: menos erro, mais consistência e mais produtividade.
A Nestlé foi além da automação tradicional.
Incorporou um conjunto de tecnologias que transformam a operação em um sistema inteligente:
— IA generativa para análise de dados e tendências
— Internet das Coisas (IoT) para monitoramento contínuo
— Machine Learning para otimização de processos
— robótica autônoma e realidade aumentada
O resultado é uma fábrica que não apenas executa bem.
Aprende, ajusta e evolui constantemente.
Esse movimento não é pontual.
A empresa anunciou cerca de R$ 1 bilhão em investimentos até 2028 para ampliar e modernizar a operação.
Ou seja, em vez de reagir ao mercado, está se antecipando.
A queda no preço do café verde ajudou a aumentar a demanda global.
Mas isso, sozinho, não explica o resultado.
Empresas expostas ao mesmo cenário não crescem no mesmo ritmo. O que diferencia a Nestlé é a capacidade de transformar contexto em vantagem.
A marca mostra que produtividade industrial, quando combinada com tecnologia, deixa de ser eficiência operacional. Vira estratégia. E estratégia bem executada aparece no resultado.
No fim, a lógica é simples: quem planta tecnologia colhe competitividade.
E, nesse caso, colhe também crescimento.
Que a Inteligência Artificial virou combustível para o impulso de grandes negócios, do setor automotivo ao alimentício, isso já está claro. Mas, como participar disso? Como ter clareza para tomar decisões importantes como a Nestlé?
Este vai ser o ponto central das discussões no AI Festival, nos dias 13 e 14 de maio, no Pro Magno, em São Paulo. Garanta aqui o seu ingresso na melhor condição.
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