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Meta vai dedicar 20% dos seus custos ao Metaverso em 2023. Será que vai dar certo?

CTO da empresa reforçou que resultados gerais estão bons e aposta no Reality Labs trará retorno.

Meta vai dedicar 20% dos seus custos ao Metaverso em 2023. Será que vai dar certo?

Mark Zuckerberg, CEO da Meta e do Facebook (foto: Chesnot/Getty Images)

, Chief Innovation Officer

NaN min

20 dez 2022

Atualizado: 4 jan 2023

“Nós ainda acreditamos no futuro”. Este é o título do artigo publicado pelo CTO da Meta (aka, Facebook), Andrew Bosworth

Lembrando: o valor da Meta chegou a ser mais de US$ 1 trilhão  em setembro de 2021 e neste momento está valendo “apenas” US$ 300 bilhões, uma queda de 70%.


O CTO, que também é o head do Reality Labs – a divisão que está construindo o Metaverso da Meta – enfatiza que eles não vão perder o foco no longo prazo e que 2022 será lembrado como o ano que foram criadas as novas tecnologias que fundamentam o futuro.

Ele reforçou que os produto atuais estão em alta: Facebook com recorde de usuários diários ativos; Instagram com mais de 2 bilhões de usuários mensais; WhatsApp com 2 bilhões de usuários diários.

Então, 80% dos investimentos da Meta são para sustentar o negócio existente, e apenas 20% vão para a Reality Labs. O que para ele faz sentido para uma empresa que deseja se manter na ponta em uma das indústrias mais competitivas e inovadoras do mundo.

“Não vamos nos curvar ao pensamento de curto-prazo (...) Rejeitar o “short-termism” (foco no curto prazo) é o que fez a America criar novas tecnologias e liderar o mundo".

Definitivamente, se a Meta um dia conseguir reverter este quadro, será a maior volta por cima que o mundo vai assistir. Maior que o que já fez a Apple com Steve Jobs. 


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Chief Innovation Officer na StartSe | Autor "Organizações Infinitas"

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