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Conheça Guy Kawasaki, o evangelista do Vale do Silício

De membro da equipe do Macintosh na década de 80 à atual Chief Evangelist do Canva, saiba quem é o executivo

Conheça Guy Kawasaki, o evangelista do Vale do Silício

Guy Kawasaki (foto: montagem/Divulgação/StartSe)

Conteúdo exclusivo Morse News

Guy Kawasaki além de ter um currículo fantástico em diversas áreas como empreendedorismo, marketing, capital de risco e evangelismo de negócios, ele tem sido um grande nome no mundo da tecnologia e no Vale do Silício. Já foi membro da equipe original do Macintosh da Apple na década de 1980, autor de 15 livros incluindo best-sellers do New York Times e do Wall Street Journal, palestrante que tem em sua lista de clientes Apple, Nike, Gartner, Audi, Google, entre outros. Guy também possui um currículo acadêmico fantástico! Além de um diploma em psicologia,possui um BA (Business Administration) da Universidade de Stanford, um MBA da UCLA e um doutorado honorário do Babson College. Ufa

Atualmente ele é o Chief Evangelist do Canva, plataforma de design digital que se vocês ainda não conhecem precisam conhecer, avaliada em US$ 40bi! Além disso, atua também como embaixador da Mercedes-Benz e é membro executivo da Haas School of Business (UC Berkeley).

E, além de tudo isso, Guy faz parte do CMO Exponencial Change program, um programa internacional de marketing da StartSe

A Ghost Interview é um formato de storytelling criado pelo Morse, onde reunimos as principais entrevistas, vídeos e conteúdos de ícones que com certeza você gostaria de convidar para um jantar! Tentamos ao máximo manter as palavras e o contexto das entrevistas, mas as traduções ou mesmo adaptações podem gerar interpretações diversas. Por esse motivo compartilhamos sempre o link da íntegra das entrevistas e textos de onde extraímos os conteúdos.

Guy Kawasaki, Chief Evangelist do Canva (foto: divulgação)

Guy, como você entrou para a equipe do Macintosh? 

Eu estava no ramo de joias e me candidatei a dezenas de empresas de tecnologia. Nenhuma se interessou por causa do meu diploma em psicologia, MBA em marketing e experiência em joalheria. Apenas por coincidência, um de seus funcionários sofreu um acidente de carro, então havia uma vaga. Cerca de um ano depois, consegui um emprego na divisão Macintosh da Apple como evangelista de software. Isso foi puramente por nepotismo: meu colega de faculdade me contratou. 

A lição de carreira mais importante que aprendi é que não importa como você consegue um emprego. O que importa é o que você faz com o trabalho depois de tê-lo. 

(Entrevista a Forbes – 6 de março de 2019)

(Entrevista Natfluence)  

E como foi essa experiência? O que você aprendeu? 

Essa experiência ilustra um ponto importante sobre produtividade e contratação: Às vezes deve-se olhar além da falta de um background perfeito. O que é tão importante quanto o trabalho e a educação é se a pessoa “entende” e “ama” aquilo. Adquiri e amei o Macintosh desde o primeiro momento em que o vi, em 1983. 

O outro lado também é verdadeiro: pessoas com a formação perfeita que não entendem e não amam podem fracassar. Idealmente, você gostaria de ter a experiência certa e um amor pelo produto, mas a maioria das empresas se concentra apenas no primeiro. Minha classificação de importância é: entendi/adorei, experiência de trabalho e, em seguida, formação educacional.

(Entrevista Productivemag

Você saiu da Apple duas vezes, você se arrepende? Considera isso um erro profissional?

Saí da Apple duas vezes e recusei uma oferta de Steve para um terceiro emprego. Recusei a Sequoia Capital pela chance de ser o CEO do Yahoo!. 

A única sabedoria prática a ser obtida com esses erros é que pular constantemente de pastagens com aparência verde para pastagens com aparência mais verde pode não ser o ideal.  Pode ser melhor ficar no mesmo pasto e torná-lo mais verde.

(Entrevista a Forbes – 6 de março de 2019)

Canva (foto: reprodução)

Qual a sua visão sobre o empreendedorismo? 

Muitas pessoas pensam que empreendedorismo deveria ser uma sprint, você tem que conseguir o mercado, você tem que falhar rápido, você tem que fazer um protótipo e tudo mais. Mas eu acho que o que você percebe é que é uma maratona no sentido de que: Você lança a versão 1 do seu produto, vai dar errado, então você tem que apresentar outras diversas versões. O Macintosh não foi enviado em 1984, não podemos chamar ele de sucesso até talvez os anos 2000. 

Mas ainda sim, eu acredito que empreendedorismo é um decatlo, pois não é apenas uma corrida de distância, são vários outros obstáculos. Empreendedorismo não é um único evento, são muitas habilidades necessárias! 

(Entrevista ao canal Startup Instanbul – 14 de maio de 2020

Quais dicas você dá aos empreendedores iniciantes que estão se preparando para levantar capital de risco?

O mais importante é lembrar que o propósito de uma empresa é criar clientes, e não arrecadar dinheiro. O capital de risco, para a maioria dos empreendedores, é uma opção improvável. O objetivo é criar um negócio viável sem capital de risco.

(Entrevista ao Tech Domains – 5 de abril de 2021

Qual você considera ser a habilidade de negócios mais importante?

A habilidade de negócios mais importante é a capacidade de se comunicar de forma eficaz. Menos é sempre mais. (E vale até para essa resposta)

(Entrevista a Forbes – 6 de março de 2019)

Na sua jornada empreendedora, qual foi o seu maior erro? 

Durante o boom das pontocom, eu expandi demais o Garage.com. Eu tive que demitir algumas pessoas quando a bolha estourou. Aprendi que “as árvores não crescem até o céu” – mais taticamente, aprendi a não expandir na expectativa do sucesso

Até hoje, esse é um erro muito comum dos empreendedores. A maioria deles fala sobre como sua previsão “conservadora” é que eles alcançarão US$ 100 milhões em vendas no terceiro ano, então eles precisam construir uma infraestrutura imediatamente. Basta dizer que as receitas não vêm, mas as despesas gerais estão no lugar.

(Entrevista Productivemag

Como você acabou se tornando evangelista do Canva? 

Sete anos atrás, eu já era ativo nas mídias sociais, particularmente no Twitter e queria um gráfico em cada tweet. Então Peg Fitzpatrick, que estava trabalhando comigo na minha conta, encontrou o Canva e começou a fazer todos os meus gráficos com o Canva. O Canva então percebeu que eu estava usando seu produto e um dia eles twittaram para mim.

Eu meio que juntei dois e dois e disse para Peg: “O Canva não é o que usamos para fazer gráficos?” E ela disse: “Sim”. Eu disse: “Você gosta?” E ela disse: “Sim”. E eu disse: “Devo ajudá-los?” E ela disse: “Sim”. 

Obviamente nos conhecemos, encontrei Cliff, Zack e Melanie em minha casa algumas semanas depois, o que foi o momento perfeito. Eu não estava procurando emprego. Não é tudo o que eu toquei vira ouro, mas sim, tudo o que é ouro, eu toco. E vou te dizer uma coisa…É muito fácil viralizar algo grande e muito difícil evangelizar “merda”. Então, a chave aqui é encontrar, fazer ou afiliar-se a algo que seja ótimo, porque então o evangelismo é fácil. 

(Entrevista ao The Unicorn Roadmap – 26 de novembro de 2020)

Olhando para a sua relação com o Canva, o que isso pode ensinar aos empreendedores?

Essa é uma lição para os empreendedores: Se você não pedir, não receberá. Sem coragem, sem glória. A probabilidade é baixa se você perguntar, mas a probabilidade é zero se você não perguntar.

(Entrevista ao The Unicorn Roadmap – 26 de novembro de 2020)

Qual é a chave do evangelismo de marcas?

Evangelismo vem de palavras gregas que significam trazer notícias boas. A chave do evangelismo é que você crie, se afilie, ou trabalhe para uma empresa que tenha algo significativamente bom!

(Entrevista ao Draper Tv)  

Quer aprender mais com o Guy? Conheça o CMO Program da StartSe aqui

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