Tecnologia, novos processos e mulheres no ar: como a Avianca está inovando

Para Patricia Nicieza, diretora de RH da companhia, o futuro está em aliar inovação à diversidade e individualidade

Tecnologia, novos processos e mulheres no ar: como a Avianca está inovando

Para Patricia Nicieza, diretora de RH da companhia, o futuro está em aliar inovação à diversidade e individualidade

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Transformar o RH de uma das maiores companhias aéreas do Brasil, a Avianca, era um dos principais desafios de Patricia Nicieza, que já havia passado por empresas de outros setores. Em um segmento mais específico, o aéreo, a executiva precisava estar antenada com o que estava acontecendo no mundo para fazer a estruturação de alguns projetos, transformando a companhia.

Foi então que a executiva colocou em prática uma mudança de sistema da empresa, automatizando processos e facilitando o dia a dia dos colaboradores. "Decidi aliar a tecnologia à uma plataforma operacional. Colocamos tudo nela. Hoje, grande parte dos nossos treinamentos, por exemplo, são online. Isso facilitou o trabalho de operação e logística, fazendo com que as áreas pudessem focar em outras soluções", ressalta Patricia.

Donas do ar

Durante o processo de transformação, a executiva acredita que uma das maiores mudanças tanto no RH quanto no restante da companhia foi cultural. "Tive o grande desafio de mudar a cultura da empresa e o desenvolvimento das lideranças, falando sobre inovação e diversidade", explica Patricia.

Neste cenário nasceu o projeto Donas do Ar, com o objetivo de levar a igualdade de gênero para as alturas. Inspirado no Donas da Rua, o projeto da Avianca, em  parceria com a ONU Mulheres e a Maurício de Sousa Produçõe, formou sua primeira turma de pilotas em julho deste ano.

No fim do ano passado, havia 41 mulheres no país com licença para pilotar um avião comercial, ou 0,86% do total dos profissionais, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Na Avianca, antes do projeto, eram 18, número que saltou para 34, tornando a maior representatividade entre as aéreas brasileiras."Queríamos mostrar que a oportunidade está na competência, e não no gênero", ressalta Patricia.

Para a executiva, assim será a Nova Economia - tanto no setor de aviação quanto em qualquer outro. "Acredito que o futuro está em incentivar esse empoderamento, com mulheres contribuindo cada vez mais ativamente para a Nova Economia. Hoje, nossas formandas ganham salários iguais e possuem maior poder econômico", explica.

Tecnologia no RH

Na visão de Patricia, a transformação digital vem para ajudar a conectar as pessoas dentro da organização e facilitar o entendimento do negócio. "Quando falam que a tecnologia vem para tirar o trabalho das pessoas do RH, eu penso o contrário. Acho que ela veio para otimizar e dar mais espaço para que as pessoas se relacionem e foquem em oportunidades de exercer papéis pouco explorados".

A executiva enxerga para o futuro próximo um RH muito mais participativo, facilitador e que entende a companhia, buscando uma cultura de inclusão aliada à inovação. "O valor não estará mais no trabalho em massa, mas sim na contribuição individual. Envolver as pessoas será fundamental para se transformar e agregar valor para qualquer empresa".

Patricia será uma das palestrantes do RH Day, evento realizado pela StartSe sobre o futuro do trabalho e inovações do setor. Não perca a oportunidade de saber como as grandes empresas estão se transformando e se adaptando à Nova Economia! Acesse o site e inscreva-se!

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