Por que a Geru acredita que o mercado de crédito vai mudar em 2019

Apesar das regulamentações, a Geru acredita que o mercado de crédito ainda é convencional

0
shares

O ano de 2018 trouxe destaque para as fintechs que emprestam dinheiro, como a Geru. Devido às regulamentações do Banco Central, hoje essas startups podem ser mais independentes, desde que tenham a aprovação do órgão regulador.

Para o presidente da Geru, Sandro Reiss, as fintechs de crédito se tornaram uma maneira de aumentar a competitividade com os bancos. “Recentemente, teve o decreto presidencial que permitiu a participação de capital estrangeiro nessas instituições financeiras, o que complementou perfeitamente a regulamentação”, afirmou.

Leia mais: 

A revolução das fintechs começou — e está só no início

Conheça 3 fintechs que vão muito além do que você pensa

O Nubank só pensa naquilo: a NuConta

A Creditas não quer roubar a pizza de ninguém em 2019

Por que 2018 foi o melhor ano das fintechs no Brasil

O Guiabolso vai investir para fazer você investir

O BC matou a 1ª fintech brasileira. Mas isso é coisa do passado

Mas, mesmos com os avanços, o empreendedor ainda enxerga um longo caminho a ser trilhado, principalmente no setor tecnológico. “O mercado de crédito ainda trabalha com um aspecto tecnológico mais convencional, ainda que moderno. Não acredito que as tecnologias mais disruptivas, como blockchain, tenham chegado”, afirmou.

Ele acredita que a análise de banco de dados mudará o setor. Hoje, as fintechs cruzam diferentes fontes de informações para entender o risco de calote dos usuários que estão pedindo empréstimo.  “Estamos nos preparando para falar com um público mais amplo e aumentar o volume de clientes que conseguimos oferecer crédito, crescendo nossos índices de aprovação”, comentou.

Para atrair clientes, a Geru fez propagandas no metrô de São Paulo, mesmo estando apenas no mundo digital. “Queremos continuar em 2019 mostrando para o grande público que existe essa opção, que você pode ter o crédito aprovado e concluir essa operação sem sair de casa. É uma informação que ainda é não é universal”, afirmou Reiss.

A startup está tentando realizar esses objetivos com o auxílio de investimentos e parcerias. Recentemente, a Geru fez uma parceria com o Banco CBSS, do Banco do Brasil e Bradesco. No mesmo período, a fintech também conseguiu mais R$ 238 milhões com a emissão de debêntures (títulos de dívida).

A equipe da startup, que iniciou com cerca de 80 pessoas em janeiro, chegou em dezembro com 120 pessoas. A fintech, que nasceu como um marketplace de crédito, hoje oferece crédito pessoal e empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS.

Especial Fintech

A revolução das fintechs começou — e está só no início

Conheça 3 fintechs que vão muito além do que você pensa

O Nubank só pensa naquilo: a NuConta

A Creditas não quer roubar a pizza de ninguém em 2019

Por que 2018 foi o melhor ano das fintechs no Brasil

O Guiabolso vai investir para fazer você investir

O BC matou a 1ª fintech brasileira. Mas isso é coisa do passado

 

Atualize-se em apenas 5 minutos


Receba diariamente nossas análises e sinta-se preparado para tomar as melhores decisões no seu dia a dia gratuitamente.

Comentários