Nubank tem prejuízo de R$ 50,9 milhões no 1° semestre de 2018

A fintech teve um prejuízo maior comparado ao primeiro semestre do ano passado, mas experimentou aumento de receita total de mais de 100%

Nubank tem prejuízo de R$ 50,9 milhões no 1° semestre de 2018

A fintech teve um prejuízo maior comparado ao primeiro semestre do ano passado, mas experimentou aumento de receita total de mais de 100%

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O Nubank teve o prejuízo de R$ 50,9 milhões no primeiro semestre de 2018. As perdas foram 30,6% maiores em comparação ao primeiro semestre do ano passado, em que o prejuízo foi de quase R$ 39 milhões.

Entretanto, por mais que a fintech tenha experimentado um maior prejuízo, a sua receita total (somatória da operacional e financeira) também aumentou, chegando a R$ 503 milhões. O crescimento foi de 112% em comparação ao primeiro semestre do ano passado.

Desde que foi criado, em 2013, o Nubank é uma empresa que ainda não gera lucros – principalmente devido ao seu portfólio de produtos, que não possuem taxas ou são menores do que as grandes instituições financeiras possuem. A perspectiva, porém, é continuar crescendo exponencialmente para, um dia, gerar ganhos substanciais.

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“Dada a natureza do negócio, há um investimento inicial na análise de novos clientes, bem como na produção e envio dos cartões. Apenas após um período de uso tais clientes passarão a ser rentáveis para a instituição”, esclarece o Nubank no relatório de desempenho.

Parece contraditório, mas o resultado negativo é o que se espera de uma startup em fase de crescimento exponencial, o que o próprio Nubank confirma ao ressaltar que “encontra-se em fase de acelerado crescimento de suas operações, conforme descrito no relatório.

Segundo a startup, um dos motivos para seu prejuízo ter sido maior no primeiro semestre deste ano é devido a grandes investimentos, como a abertura do escritório em Berlim, na Alemanha. Ainda de acordo com o relatório, o Nubank possuía R$ 341 milhões de disponibilidades – dinheiro disponível em caixa e instrumentos de alta liquidez – em junho de 2018. Já em dezembro de 2017, sua disponibilidade era de R$ 403,2 milhões.

O primeiro semestre de 2018 para a fintech

Em março deste ano, a startup atingiu o valuation de US$ 1 bilhão após receber uma rodada de investimentos. Ela se tornou o segundo unicórnio no país, atrás apenas da 99, e a primeira fintech a alcançar esse patamar no Brasil. Conheça a cultura que a tornou um unicórnio aqui.

Ainda no primeiro semestre, a startup disponibilizou o acesso à NuConta – sua conta digital de pagamentos – para todos os interessados. Até então, o produto – lançado em 2017 -, só estava disponível para quem já era cliente do Nubank (através do cartão de crédito). Em junho de 2018, antes mesmo de sua abertura para todo o público, a NuConta possuía a base de 1,5 milhão de clientes.

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