Por que 2018 foi o melhor ano das fintechs no Brasil

Neste ano, as fintechs atingiram a marca de unicórnio pela primeira vez e abriram capital

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Esse foi um ano de grande destaque para as fintechs brasileiras.

“2018 foi o ano mais emblemático. As fintechs atingiram a marca de unicórnio pela primeira vez e abriram capital. De todos os anos até hoje, elas começaram a ganhar corpo e tem sido o melhor ano delas na história”, afirmou Bernardo Pascowitch, fundador da Yubb e diretor da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs).

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A primeira startup do mercado financeiro brasileiro que se tornou um unicórnio – ou seja, atingiu o valor de 1 bilhão de dólares – foi o Nubank, em março deste ano. E o sucesso também atingiu outras empresas, como PagSeguro e Stone Pagamentos, que protagonizaram IPOs bem-sucedidos em Wall Street.

“Será que as fintechs vieram para ficar ou é só um hype do empreendedorismo do setor? Os números de captações, de valor de unicórnio e de abertura de capital confirmam que vieram para ficar”, comentou o diretor da ABFintechs.

Para além do status de unicórnio, o Nubank já captou mais de 700 milhões de dólares em investimentos. Neste ano, a startup protagonizou uma rodada série E de 150 milhões de dólares e recentemente recebeu 180 milhões de dólares em um aporte da gigante chinesa Tencent.

Receber investimentos permanece uma vontade do setor. No catálogo de fintechs 2018 “de A a Z” da ABFintechs, das 192 startups descritas no documento, apenas 44 afirmaram não precisar de investimentos.

O maior ecossistema de fintechs

Atualmente, são mais de 400 fintechs atuando no país, segundo o Radar Fintechlab. Elas atuam nas categorias de bancos digitais, blockchain e bitcoin, gestão financeira, pagamentos, seguros e eficiência financeira.

O Brasil é considerado o maior ecossistema de fintechs da América Latina, segundo o Finnovista.

A distribuição dessas empresas não é homogênea em todo o Brasil. Em um relatório da ABFintechs e PWEC, 93% eram da região Sul e Sudeste. A cidade que mais se destacou foi São Paulo.

As fintechs são majoritariamente lideradas por profissionais qualificados no setor (97% deles são formados, pós-graduados, mestres ou doutores). Mais de 45% dos empreendedores possuem entre 30 e 39 anos e a maioria (70%) já havia tido outra empresa antes, segundo a pesquisa.

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