A guerra das maquininhas: quem vai apagar a luz?

A luta por um mercado que está perto do fim

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É contagiante ver a vontade das maquininhas de cartão de crédito em isentar seus clientes de taxas, aluguéis, juros por antecipação de recebíveis... coisa bonita!

E é ao mesmo tempo constrangedor saber que as grandes empresas do ramo, que dominaram a indústria até pouco tempo, se mexeram só agora, depois que PagSeguro e Stone mostraram seu potencial.

Mas o ponto é que existe algo que pouca gente sabe. Esse mercado, pelo qual as empresas estão brigando, deixou de existir em muitos países. E está com os dias contados no Brasil.

Para você ter uma ideia... na China, não existe outra forma de pagar suas compras a não ser pelo celular. As lojas não aceitam cartão e nem dinheiro. Apenas pagamento via mobile.

Esse mesmo fenômeno já acontece no Brasil. Experimente ir em uma das unidades da Padaria Benjamim, em São Paulo. Lá você paga usando seu celular para ler um QRCode. Sem dinheiro, sem cartão e sem... maquininha.

A briga pelo mercado de maquininhas é para saber quem vai comer a “raspa do tacho”, porque é o que resta. Em muito pouco tempo vamos ver a transformação total desse mercado.

E quer saber mais? Se eu fosse o CEO dessas empresas, faria como as fintechs: deixaria essa briga de lado e olharia para a próxima curva.

Existe um preceito que diz: alguém vai disruptar o seu mercado, invariavelmente. E o bom é que este alguém seja você mesmo. Liderar o processo de canibalização do seu próprio negócio é o que mantém você no topo.

Na verdade, toda grande empresa do mercado financeiro, seja de qualquer área, deveria passar a pensara como fintech. Ao invés de brigar por um mercado em decadência, deveria se concentrar em liderar a próxima onda.

Foi por isso que criamos o Fintech Executive Program, para ajudar a transformar o mindset dos executivos do mercado financeiro, para que comecem a pensar como as fintechs.

Isso é fator decisivo para a evolução dos negócios e para a manutenção da competitividade. Só em 2018 surgiram 4 fintechs bilionárias no Brasil e neste ano podem aparecer outras 5. Alguma coisa de especial existe na forma com que elas operam. E você pode aprender isso!

Candidate-se a uma das 20 vagas do programa. São 3 dias de estudos e trabalhos intensos, analisando e aprendendo com os maiores cases do mundo.

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